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Em desenvolvimento
Segurança e LGPD

Como a Clarafala protege os dados dos seus pacientes

Na Clarafala, cada fono só vê os próprios pacientes, a conexão é sempre HTTPS e as sessões de vídeo não são gravadas. O paciente entra por um link sem dados pessoais e o consentimento fica registrado no cadastro. Abaixo, ponto a ponto, o que a plataforma faz pela LGPD na fonoaudiologia.

Proteção na prática

O que a Clarafala faz para proteger os dados?

Dados de saúde de crianças pedem cuidado redobrado. Estas são as medidas que a plataforma aplica hoje.

Cada fono vê só os próprios pacientes

Os dados ficam isolados por conta: pacientes, prontuários, agenda e financeiro de uma fono não aparecem para nenhuma outra. Esse isolamento é coberto por testes automáticos.

Conexão sempre em HTTPS

Tudo o que trafega entre o seu navegador e a plataforma vai por conexão HTTPS, que criptografa os dados no caminho.

Senhas guardadas com hash

A senha da fono nunca é armazenada em texto aberto. A plataforma guarda apenas um hash, que não permite ler a senha original.

Links do paciente sem dados pessoais

O paciente entra na sessão, nas tarefinhas e no Modo Player por um link com código opaco, sem nome, e-mail ou outro dado pessoal na URL, e sem precisar criar conta.

Vídeo criptografado e não gravado

Na sala ao vivo, vídeo e áudio trafegam criptografados (WebRTC), direto entre os aparelhos sempre que a rede permite. A Clarafala não grava as sessões.

Consentimento registrado

No cadastro, a fono aceita os Termos de Uso e a Política de Privacidade. A cada novo paciente, confirma ter a autorização do responsável legal, com data e hora registradas.

Auditoria das ações administrativas

As ações administrativas feitas na plataforma ficam registradas num histórico de auditoria, para saber o que foi feito e quando.

Atende online?

Veja como funciona a sala ao vivo e leia o guia telefonoaudiologia: como começar.

LGPD no consultório

O que fica com a fono?

A plataforma cuida da parte técnica. Alguns cuidados, pelos Termos de Uso, continuam sendo da profissional que atende.

  1. 1

    Obter e documentar o consentimento do responsável legal antes de cadastrar a criança. A Clarafala pede essa confirmação a cada novo paciente.

  2. 2

    Manter a senha em sigilo e sair da conta em computadores compartilhados.

  3. 3

    Registrar dados verdadeiros e coletados de forma lícita, usar a plataforma só para fins terapêuticos e seguir o Código de Ética da Fonoaudiologia.

Direitos do titular

Como exercer os direitos previstos na LGPD?

Pelo artigo 18 da LGPD, o titular dos dados pode pedir acesso, correção, anonimização, portabilidade, eliminação e revogação do consentimento. Para qualquer pedido, escreva para a gente.

Dúvidas

Perguntas sobre dados e privacidade

A Clarafala grava as sessões de teleatendimento?

Não. Na sala ao vivo, vídeo e áudio trafegam criptografados por WebRTC, direto entre os aparelhos da fono e do paciente sempre que a rede permite, e a Clarafala não grava as sessões. O que fica guardado na plataforma é o que a fono registra, como notas de sessão e evolução, além das respostas dos jogos e das tarefinhas.

Outras fonos conseguem ver os meus pacientes?

Não. Cada conta enxerga apenas os próprios pacientes, prontuários, agenda e financeiro. Esse isolamento dos dados por conta é coberto por testes automáticos na plataforma. Mesmo numa clínica com várias fonos, cada profissional tem a própria conta, então uma não vê os pacientes da outra. O que é compartilhado é só o catálogo de jogos, tarefinhas e figuras.

Como a Clarafala trata o consentimento do responsável pela criança?

Ao criar a conta, a fono aceita os Termos de Uso e a Política de Privacidade. A cada novo paciente cadastrado, ela confirma ter a autorização do responsável legal, e essa declaração fica registrada com data e hora. Obter e documentar o consentimento do responsável continua sendo responsabilidade da fono, como descrevem os Termos de Uso.

O link que o paciente recebe expõe dados pessoais?

Não. O paciente acessa a sessão, as tarefinhas e o Modo Player por links com um código opaco, sem nome, e-mail ou outro dado pessoal na URL. Ele também não precisa criar conta nem instalar aplicativo para participar. Mesmo assim, trate o link como pessoal e envie apenas para o paciente ou para a família dele.

Como pedir acesso, correção ou exclusão de dados pessoais?

Escreva para contato@clarafala.com.br contando o que você precisa. Pela LGPD, o titular dos dados pode pedir acesso, correção, anonimização, portabilidade, eliminação e revogação do consentimento. Pacientes e responsáveis também podem falar direto com a fono que os atende, que gerencia os dados do prontuário na própria conta. A Política de Privacidade traz os detalhes.

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